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Transparência

Política de Privacidade

Em português de gente: aqui eu explico quais dados seus eu peço, por que peço, onde eles ficam e como você me pede pra apagar tudo. Sem letra miúda.

Última atualização: 30 de agosto de 2026

Quem é o responsável pelos seus dados

Sou eu, Renata Barbisan, consultora financeira. Este site é meu e sou eu quem decide o que é feito com os dados que você deixa aqui. Pra falar comigo sobre privacidade: renatabarbisan@gmail.com.

O que eu coleto (e só isso)

Só o que você digita, por vontade própria, nos formulários do site. Nenhum formulário aqui é obrigatório: se você não preencher, continua navegando normal.

  • Nome: pra eu te chamar pelo nome, e não de “prezado cliente”.
  • E-mail: pra te mandar o material que você pediu.
  • WhatsApp: porque é por ali que eu respondo. É o canal que funciona de verdade.
  • O que você contou no formulário: quando o formulário pergunta a sua situação (o diagnóstico, a consultoria, o Plano CLT → PJ), eu guardo as suas respostas junto, pra conseguir te responder com o seu caso na mão e não no genérico.
  • As suas respostas d’A Carta: n’A Carta você me conta números da sua vida financeira: quanto entra, quanto sai, quanto você deve e quanto tem guardado. Eu guardo essas respostas junto do seu contato e guardo também a carta que você recebeu, pra ela continuar abrindo no link que ficou com você. Nada disso é publicado nem indexado no Google, e a sua carta só abre por esse link.

O que eu NÃO peço nem guardo: CPF, dado de cartão, senha de banco ou extrato. Se algum dia você mandar um extrato pra mim, isso acontece dentro de uma consultoria contratada, por WhatsApp ou e-mail, com contrato, e nunca por este site.

As calculadoras não me contam nada

A calculadora CLT × PJ, a de aposentadoria, a de juros e o diagnóstico fazem a conta dentro do seu navegador. Os números que você digita ali não são enviados pra mim nem pra ninguém, e somem quando você fecha a página. Eu só recebo alguma coisa se, no fim, você preencher o formulário de contato de propósito.

A Carta é a exceção, e ela avisa. Ali as suas respostas precisam chegar até o servidor: é o que permite montar o seu diagnóstico e escrever a carta. Enquanto você responde, elas ficam guardadas só no seu navegador; quando você clica pra ver a carta, é que elas são enviadas, junto do seu nome e contato.

Quando você só visita (sem preencher nada)

Pra eu saber, em tempo real, quando alguém chega no site, cada visita registra o seu endereço de internet (IP) — que dá a cidade e região aproximadas —, o tipo de aparelho (celular ou computador) e de onde você veio (Instagram, Google, link direto). Robôs e acessos de datacenter são descartados; fica só gente de verdade.

Isso não é ligado ao seu nome nem ao seu contato (só aparece se você preencher um formulário), serve só pra eu acompanhar o movimento do site, e some sozinho depois de um tempo curto. Se preferir não ser contada nem assim, o modo anônimo do navegador ou um bloqueador resolvem.

Como a sua carta é montada

As contas d’A Carta são feitas por mim, no meu servidor, com o método que eu uso na consultoria. Pra transformar esses números em texto, o meu sistema usa um serviço de tecnologia do Google, que segue as minhas regras e as minhas palavras. Ele não faz conta e não decide nada: tudo que sai é conferido contra os meus números antes de virar carta.

Você precisa saber o que sai daqui nessa hora, então: vão as suas respostas e os números do seu diagnóstico. Não vai o seu nome completo, nem o seu e-mail, nem o seu WhatsApp — só o primeiro nome, pra carta te chamar pelo nome. O que chega ao Google são números soltos, sem nome e sem endereço, que não identificam você.

Por que eu posso fazer isso (base legal)

A LGPD pede que eu diga em que me apoio pra tratar os seus dados. São duas situações:

  • Seu consentimento (art. 7º, I): você preencheu o formulário porque quis receber um material ou falar comigo.
  • Preparar ou executar um contrato (art. 7º, V): quando você pede um orçamento ou contrata a consultoria, eu preciso dos seus dados pra fazer o trabalho.

Com quem eu divido (quase ninguém)

Eu não vendo, não alugo e não troco os seus dados. Ponto. Uso só os serviços necessários pra o site funcionar:

  • O servidor do site: onde a página roda e onde o seu contato fica guardado, num servidor privado meu.
  • Resend: o serviço que entrega os e-mails: o material que você pediu, pra você, e o aviso de formulário novo, pra mim. Pra isso ele precisa do seu endereço de e-mail.
  • ip-api.com: recebe o endereço de internet (IP) de quem visita e me devolve a cidade aproximada e se aquele acesso é robô — é assim que eu separo gente de verdade de robô. Não recebe o seu nome, e-mail nem WhatsApp.
  • Google Analytics: me diz quantas pessoas visitam o site e por onde chegaram. Ele não recebe o seu nome, e-mail ou WhatsApp: só a contagem e dados de navegação.

Cookies

Este site não usa cookie de propaganda, não tem pixel de rede social e não te segue pela internet pra te vender coisa.

O que existe são dois:

  • Cookie de medição (Google Analytics): conta quantas pessoas visitam o site e por onde chegaram, pra eu saber o que é útil e o que não é. É contagem, não é você: ele não recebe o seu nome, e-mail ou WhatsApp.
  • Cookie do meu painel: serve pra me manter logada na área de administração. Esse não roda pra você, visitante.

A medição só liga se você deixar. Na sua primeira visita aparece um aviso aqui embaixo com duas opções, e enquanto você não escolher, nada é carregado. Se você disser não, ela não roda — e o site funciona exatamente igual.

Mudou de ideia, pros dois lados? É só clicar em “cookies” no rodapé de qualquer página: o aviso volta e você escolhe de novo.

Quanto tempo eu guardo

Se você virou cliente, guardo enquanto durar o trabalho e por mais 5 anos, que é o prazo que a lei manda guardar registro de serviço prestado. Se você só baixou um material e nunca mais falou comigo, guardo por até 2 anos e depois apago. E, a qualquer momento, você pode pedir pra apagar antes disso.

Os e-mails que eu te mando (e como parar)

Quando você pede um material grátis, eu te mando ele por e-mail na hora. É esse o motivo de eu pedir o seu endereço, e é só pra isso que eu uso.

Parar é um clique. Todo e-mail meu tem um link no rodapé pra você sair da lista, e o seu programa de e-mail também mostra o botão de cancelar inscrição ao lado do meu nome. Quando você sai, eu guardo o seu endereço numa lista de “não mandar” — não é pra te rastrear, é justamente pra eu não te escrever de novo por engano. Os materiais que você já baixou continuam seus.

Os seus direitos (e como usar em 1 e-mail)

A LGPD te dá o direito de saber o que eu tenho sobre você, corrigir o que estiver errado, pedir uma cópia, retirar o seu consentimento e pedir pra apagar tudo.

Como fazer: me manda um e-mail para renatabarbisan@gmail.com com o assunto “Meus dados”. Você não precisa justificar nada, nem usar palavra difícil. Eu respondo em até 15 dias.

Se alguma coisa der errado

Se acontecer um vazamento que possa te trazer risco, eu te aviso e aviso a ANPD, como a lei manda. Não vou esconder de você.

Se esta política mudar

Quando eu mudar alguma coisa aqui, atualizo a data lá em cima. Se for uma mudança grande no que eu faço com os seus dados, aviso por e-mail quem estiver na minha lista.

Ficou com dúvida sobre qualquer coisa daqui? Me pergunta. Falar de dinheiro já é difícil o bastante sem letra miúda no meio.

Conhecer quem está por trás do site